Jobs chega hoje à grande tela.

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Uma semana depois de ter estreado nos Estados Unidos, em que entrou diretamente para o TOP 7 dos filmes mais vistos, Jobs chega ao universo cinéfilo português que deverá acarinhar este filme da mesma forma que acarinha os novos produtos da empresa… algo que está na moda, cria necessidade e é extremamente funcional.

Depois do filme “Rede Social” de David Fincher, “Jobs” parece ser novamente um drama de elevada intensidade acerca do universo informático capaz de traduzir o que de mais elementar move as pessoas obstinadas em traçar o seu próprio percurso, como foi o caso de Steve Jobs que é apresentado como uma pessoa humana, mas que suga todos os recursos das amizades que tem à sua volta. Depois de, na década de 80, ter revolucionado o conceito de sistema operativo, a Apple fez uma “travessia no deserto que só terminou em 2001, com o lançamento do iPod. “Jobs” conta a vida de Steve (papel desempenhado pelo actor Ashton Kutcher) desde a universidade, nos anos 70, até a essa data em que a marca se reinventou, acompanhado o percurso que o levou a construir uma das maiores fortunas do mundo.

Filme a ver como fonte de entretenimento e não como fonte de inspiração.