Aplicação para registo de sexo consentido

Good to go logoPorque envolve sexo, a aplicação está envolta em polémica, mas os objetivos dos criados é precisamente retirarem a polémica do ato. Trata-se de uma aplicação que apenas funciona na presença de dois smartphones em que cada um dos presentes tem um conjunto de procedimentos que deverá cumprir no respetivo gadget e que depois fica registado num servidor para que não haja surpresas desagradáveis ou mudanças de opinião depois de o ato ter sido consumado. As várias opções que os parceiros têm que selecionar contêm algumas que terminam logo com o ato e tem outras que permitem seguir mas com condições.

Nas FAQ (perguntas frequentes) do sítio Good2Go pode ler-se que esta plataforma pretende evitar o desconforto que possa surgir de um mal-entendido ou, motivo mais importante, evitar situações que levem a relações contra vontade (recorde-se que esta aplicação foi pensada para jovens adultos universitários). Mas porque se trata de uma aplicação móvel que tem por objetivo fazer dinheiro, Caitlin Dewey alerta no The Washington Post para aquilo que quase ninguém faz quando subscreve um serviço online: ler as letras pequenas da política da privacidade. A empresa afirma que não, mas o texto diz que a Good2Go se apropria do número de telefone, nome completo e email, e que pode fazer com isso o que quiser (leia-se, ceder ou vender).

Que é feito do ato de fazer a corte? Esta gente pensa que o smartphone serve para tudo? Qualquer dia inventam um “massajador facial” como acessório para o iPhone… Pronto, lá estou eu a dar ideias, outra vez